terça-feira, 5 de junho de 2012

05 de junho, "Dia Mundial do Meio Ambiente"





Dia Mundial do Meio Ambiente completa 40 anos
Todos os anos, em 05/06, comemora-se o Dia Mundial do Meio   Ambiente. A data foi criada pela Organização das Nações Unidas há exatos 40 anos, durante a primeira conferência global a respeito de temas ambientais. Que tal celebrar este dia adotando alguma atitude sustentável bem bacana?
Débora Spitzcovsky Planeta Sustentável- 05/06/2012
O mundo todo celebra, hoje, o Dia Mundial do Meio Ambiente. A data écomemorada, anualmente, por determinação da Organização das Nações Unidas (ONU). Mas você sabe por que o dia 05/06 foi o escolhido? Nesta data, há quatro décadas, tinha início a primeira conferência global promovida para debater temas ambientais: a Conferência sobre Meio Ambiente Humano


Organizado pela ONU, o evento aconteceu em Estocolmo, na Suécia, e representou um grande avanço para os diálogos globais. Pela primeira vez, os países-membros das Nações Unidas - na época, 113 nações integravam a Organização - discutiram a importância de se estabelecer uma relação harmônica entre desenvolvimento e meio ambiente - isto é, crescer economicamente tendo o meio ambiente como aliado e não inimigo - e acordaram a respeito da criação do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), que até hoje cuida das questões ambientais a nível global. 



Por tudo o que representou para o mundo, a ONU decidiu que era merecido que o primeiro dia da Conferência de Estocolmo ficasse marcado na história e, assim, o dia 05/06 foi eleito o Dia Mundial do Meio Ambiente. Legal, né? Em 2012, a data completa 40 anos de existência e coincide com a realização daRio+20 - Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, que acontece entre 20 e 22/06 no Rio de Janeiro e é a quarta conferência global que a ONU promove tendo a sustentabilidade como tema central. 



Que tal aproveitar a ocasião para adotar uma atitude bem bacana que beneficie ao meio ambiente? Vale combinar com os amigos para, a partir de hoje, fazer um rodízio de caronas para ir à escola ou para não dormir mais com a televisão ligada. Você também pode aproveitar a data para mudar de hábitos e não tomar banhos tão demorados ou desligar a torneira quando estiver escovando o dente. Parece pouco, mas já pensou se todas as pessoas adotassem a mesma postura que você? Faria uma grande diferença! Passe a ideia adiante para seus pais, amigos e professores e ajude a construir uma corrente de boas práticas pelo meio ambiente.  
http://planetasustentavel.abril.com.br/planetinha/fique-ligado/dia-mundial-meio-ambiente-40-anos-onu-conferencia-estocolmo-687543.shtml





Rio+20: entenda o que é a Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável

Débora Spitzcovsky 14 de maio de 2012


Está chegando. Entre 20 e 22/06, representantes de Alto Nível dos 193 Estados que fazem parte da ONU se reunirão no Brasil, na capital fluminense, para participar da Rio+20 – Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável*.

Para manter você informado a respeito de tudo o que rolar antes, durante e depois do evento, o Planeta Sustentável lançou em seu portal o Blog Rio+20, que, além de reunir todas as notícias relacionadas à Conferência da ONU, informa a respeito dos dois temas-chave do evento:

– economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza e

– governança internacional para o desenvolvimento sustentável.


HISTÓRICO

Pouca gente sabe, mas a ideia da Rio+20 foi do ex-presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva que, em 2007, propôs às Nações Unidas a realização de uma conferência que avaliasse a situação do planeta duas décadas depois da Rio92 – Conferência para Meio Ambiente e Desenvolvimento. O evento, que também aconteceu no Rio de Janeiro, discutiu pela primeira vez, a nível global, o conceito de desenvolvimento sustentável e deixou sua marca na história mundial por culminar na criação de uma porção de documentos importantes a respeito do tema – entre eles, a Agenda 21, a Carta da Terra e as Convenções do Clima e da Diversidade Biológica.
Dois anos depois da sugestão de Lula, a ONU confirmou oficialmente realização da Rio+20 e publicou, logo após a COP15, resolução que aponta, como objetivo do evento, “fazer um balanço do que foi realizado nos últimos 20 anos e produzir um documento curto que reforce o compromisso político do mundo com o desenvolvimento sustentável”.
Mais do que isso, é unanimidade, entre os especialistas no tema, que a Conferência será uma grande oportunidade – sobretudo para o Brasil, que é anfitrião do evento – para avaliar as lacunas que ainda existem a respeito do tema, debater os limites do planeta e apresentar agendas proativas, que assumam novos compromissos rumo ao desenvolvimento sustentável, com base em conhecimentos – sobretudo científicos – que não possuíamos há 20 anos, na Rio92. Uma oportunidade grandiosa, que não deve (e não pode!) ser desperdiçada.
Quer saber mais sobre a Rio+20? Acompanhe o Blog Rio+20 do Planeta Sustentável!

Reflita com as Charges a seguir:

tvecologica.wordpress.com

blogdaivoninha.blogspot.com

raizasas.blogspot.com


quinta-feira, 31 de maio de 2012

Geografia da população


Somos 7 bilhões de pessoas no mundo     

A população mundial pode chegar à marca dos 9 bilhões até 2045. O planeta vai conseguir sustentar tanta gente?


http://viajeaqui.abril.com.br/materias/video-7-bilhoes



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terça-feira, 29 de maio de 2012

Mapas hipsométrico com EVA

            Quero compartilhar mais uma atividade que realizei com meus alunos do sétimo ano vespertino ao trabalhar sobre a America do Sul.
            Desta vez, os alunos construiram um mapa hipsométrico com EVA.
            Estes mapas são construídos a partir de mapas de curvas de níveis. Da um trabalho danado, mas vale a pena fer os alunos recortando e colando cada molde de altitude no seu devido lugar.
            Para isso pesquisei e encontrei  no site a seguir os moldes de cada uma das diferentes altitudes do relevo da América do Sul.              http://cartografiaescolar.wordpress.com/
            Este site possui dicas importantes de atividades de cartografia e foram de suma importância para a realização da minha atividade, já que produzir estas pranchas com as linhas de altitudes exigem tempo e dedicação.
          
           
A BASE:

O SEGUNDO NÍVEL ALTIMÉTRICO (território acima dos 200 metros de altitude):
..
.. Agora o terceiro nível: territórios acima dos 500 metros
..
Agora o quarto nível altimétrico: os terrenos acima dos 1000 metros:
.;
Para terminar as pranchas falta aquela que corresponde às maiores altitudes (altitudes superiores a 3000 metros). Ei-la:
 
             De posse dos moldes, com as diferentes altitudes do relevo da América do Sul, cada grupo de alunos foi copiando os moldes para a cor correspondente de EVA, recortando e colando cada altitude em seu lugar correspondente. Para isso os alunos contavam com a ajuda de um mapa hipsométrico.
             O trabalho foi maravilhoso não só no seu aspecto visual como também no aprendizado, já que os alunos buscavam no atlas onde deveriam se coladas as maiores ou menores altitudes. Também aprendiam as cores correspondentes ao relevo, contruir legenda e título, que são elementos que compreendem a construção de mapas e maquetes.
            Acompanhem o resultado nas fotos a seguir:











Excelente!!!! Agradeço aos alunos pelo empenho e dedicação.

Construindo maquetes com massa de farinha

            Hoje estou trazendo à vocês uma  atividade que realizei com meus alunos do sétima ano e que foi muito gratificante, pois consegui aliar a geografia com a cartografia de uma forma prazerosa e prática.
           Como estamos estudando o Continente Americano, decidi procurar alguma atividade prática que pudesse estar realizando com os meus alunos. Então encontrei em diversos sites exemplos de atividades realizadas com massa de modelar feita de farinha de trigo. O tema escolhido foi a Topografia do Continente Americano.
           Sabia que seria algo desafiador, mas como já possuo a prática fica mais fácil ensinar a técnica aos alunos, que assim passam a entender mais profundamente os mapas topográficos. Obviamente não poderia deixar de lado os demais elementos de uma mapa e de uma maquete: Título, escala, legenda, etc.
           Tive que esclarecer aos alunos já no primeiro momento que por termos que ampliar o esqueleto do mapa com o data show, a escala não seria considerada nesta atividade.
           Vamos ao desenvolvimento.
            Com um mapa hipsométrico do Continente Americano à mão para a visualização e o corpo do mapa ampliado em uma folha de isopor, os alunos iniciaram a modelagem da massa. Com cuidado os alunos foram ajeitando com as mãos a massa de modelar, empurrando ou esticando a massa para ficar de acordo com o contorno do seu mapa.
             O mapa hipsométrico indica onde modelar as montanhas , as serras e as colinas, etc. Esses elementos foram modelados como excesso de massa nas posções corretas, sempre com a orrientação da professora.
             Depois de modelado é deixar secar para depois pintar com guache. Neste momento, é hora de mais um aprendizado. Apesar dos alunos gostarem de usar cores bem coloridas em suas atividades, a professora aproveita o momento para ensinar as cores padronizadas dos mapas físicos, adotadas para o relevo.
            O resultado desta atividade vocês podem visualizar nas fotos abaixo. Espero que gostem.

  


















 

 
            Espero que tenham gostado do resultado. Não é nada fácil modelar o relevo somente através da observação de um mapa, desta forma nem todas as maquetes sairam exatamente iguais. Mas mesmo os pequenos erros podem se tranformar em aprendizagem. Só depende da forma como o professor(a) os explora.
          Os alunos gostaram e aprenderam muito ao realizar esta atividade e já estão pedindo BIS.
           Quero agradecê-los pela dedicação e empenho na realização desta tarefa.
           Ainda em tempo quero deixar aqui a receita da massa que passei para meus alunos.
           2 xícaras de farinha de trigo
           2 xícaras de sal
           Algumas gotas de vinagre e água para amassar. 
       








sexta-feira, 25 de maio de 2012

Construindo o Sistema Solar em Escala

             Trabalhar o Sistema Solar com alunos do Ensino Fundamental ou Médio é sempre um grande desafio, já que na maioria dos livros didáticos os astros são retratados através de figuras esquemáticas, onde são mostrados fora de uma escala definida, dificultando assim sua compreensão.
             Esta forma de apresentação do Sistema Solar pode causar uma série de confusões na cabeça dos alunos, tanto quanto ao tamanho dos planetas quanto a sua distância em relação ao Sol.
             Desta forma lancei aos meus alunos da primeira série do Ensino Médio o desafio de construir na parede da sala o Sistema Solar utilizando a escala a seguir.


DISTÂNCIAS MÉDIAS DOS PLANETAS AO SOL
Planetas
Distância média ao Sol (km)
Distância ao Sol Escala:  1cm = 10 milhões de km
* Mercúrio
57.910.000
5,8
* Vênus
108.200.000
10,8
* Terra
149.600.000
15
* Marte
227.940.000
23
** Ceres
414.000.000
41
* Júpiter
778.330.000
78
* Saturno
1.429.400.000
143
* Urano
2.870.990.000
287
* Netuno
4.504.300.000
450
** Plutão
5.922.000.000
592
** Éris
10.149.000.000
1.015
* Planeta clássico** Planeta anãoObs.: a estrela mais próxima da Terra, além do Sistema Solar,      chama-se Alfa Centauro e está a 43 trilhões de quilômetros (4,3 anos-luz). Na escala acima ficaria a 43 quilômetros do Sol.

DIÂMETROS EQUATORIAIS DOS PRINCIPAIS COMPONENTES DO SISTEMA SOLAR

Astro
Diâmetro equatorial (km)Diâmetro do astro sendo Júpiter igual a 30cm
Sol
1.390.000
291cm
Mercúrio
4.879,4
1cm
Vênus
12.103,6
2,5cm
Terra
12.756,2
2,7cm
Marte
6.794,4
1,4cm
Ceres
914
0,2cm
Júpiter
142.984
30cm
Saturno
120.536
25cm
Urano
51.118
10,7cm
Netuno
49.538
10,3cm
Plutão
2.320
0,5cm
Éris
3.094
0,6cm
Lua
3.476
0,7cm


Outras considerações
Pequenos corpos:
Cometas são corpos em geral pequenos e leves, formados por gelo, poeira e gás que orbitam o Sol descrevendo órbitas mais alongadas (elípticas) e inclinadas em relação às dos planetas.
Asteróides são pequenos corpos rochosos, com formatos irregulares e que orbitam o Sol em maior quantidade entre as órbitas de Marte e Júpiter e além do Planeta Netuno.
Meteoróides são pequenos fragmentos que orbitam o Sol, permeando todo o Sistema Solar. Quando atraídos pela Terra provocam, pelo atrito com a atmosfera, rastros luminosos no céu noturno. São conhecidos como meteoros ou, popularmente, estrelas cadentes. A maioria deles queima na atmosfera. Apenas os maiores chocam-se no solo, podendo formar crateras de impacto e quando encontrados na superfície são chamados de meteoritos. http://planetario.ufsc.br/o-sistema-solar/
Veja como ficou nosso Sistema Solar.